quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Sessão sobre Prevenção Rodoviária - Segurança para peões e ciclistas - com os agentes da Escola Segura da GNR

 




A Biblioteca Escolar recebeu, no dia 24, duas sessões de sensibilização dinamizadas pelos agentes da Escola Segura da GNR, dirigida aos alunos dos 6.º e 7.º anos. A iniciativa teve como objetivo reforçar conhecimentos essenciais sobre prevenção rodoviária, com especial enfoque na segurança de peões e ciclistas.

Durante a sessão, os militares abordaram regras fundamentais de circulação, a importância da visibilidade na via pública, o uso adequado de equipamentos de proteção e os comportamentos de risco mais frequentes entre jovens. Foram ainda apresentados exemplos práticos do quotidiano, permitindo aos alunos reconhecer situações perigosas e adotar atitudes mais seguras.

Os estudantes participaram ativamente, colocando questões e partilhando experiências pessoais relacionadas com a mobilidade diária entre casa e escola. A proximidade e clareza da equipa da GNR contribuíram para um ambiente de aprendizagem envolvente e descontraído.

A atividade integra o trabalho contínuo da equipa do PES, da Biblioteca Escolar e da GNR no âmbito da promoção de uma cultura de segurança, incentivando os jovens a tornarem-se utilizadores responsáveis do espaço público, seja a pé, de bicicleta ou de trotinete.





quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Carnaval

 



 

O Carnaval chega sempre envolto em cor, música e imaginação. É o momento do ano em que a criatividade ganha asas, as máscaras contam histórias e cada sorriso parece mais leve. Entre serpentinas e fantasias, celebramos a alegria de sermos quem quisermos, nem que seja apenas por um dia.

Para marcar esta época festiva, foi criada uma pequena instalação no espaço da biblioteca: um conjunto vibrante de máscaras, tecidos coloridos e elementos decorativos que evocam o espírito carnavalesco. Este cantinho convidou quem passava a entrar no jogo da fantasia, a recordar tradições e a deixar-se contagiar pela energia desta celebração tão especial.

Assim, entre livros e folia, o Carnaval ganha um lugar próprio — simples, expressivo e cheio de vida.



Dia de São Valentim

 




O Dia de São Valentim e o Dia dos Afetos convidam-nos a abrandar o ritmo e a olhar com mais atenção para aquilo que realmente nos liga: gestos simples, palavras que aquecem e presenças que fazem diferença. São dias que celebram o amor em todas as suas formas — o amor romântico, o amor familiar, o amor entre amigos e até aquele carinho silencioso que se expressa apenas com um sorriso.

Para assinalar esta data, uma pequena instalação foi criada no espaço da biblioteca: um canto acolhedor onde cores suaves, mensagens inspiradoras e pequenos símbolos de afeto se entrelaçam. Cada elemento convida quem passa a refletir sobre a importância de cuidar dos outros e de si próprio, lembrando que o afeto não precisa de grandes gestos para ser verdadeiro — basta ser sincero.

Assim, entre livros, palavras e emoções, celebramos não apenas um dia, mas a beleza de cultivar laços que iluminam o quotidiano.



terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Exposição "objetos do quotidiano romano"

 




A BECRE "Lucinda Pires" tem patente uma exposição dedicada ao quotidiano romano, reunindo um conjunto de objetos que ajudam a compreender como viviam, trabalhavam e se organizavam os habitantes no Império Romano. A mostra integra peças representativas do dia a dia, acompanhadas por maquetas que recriam espaços e estruturas emblemáticas, permitindo uma leitura visual mais imediata da vida romana. Para complementar, está disponível uma seleção alargada de bibliografia sobre Roma e os romanos, oferecendo aos visitantes a oportunidade de aprofundar conhecimentos e explorar diferentes perspetivas sobre esta civilização fascinante.



Civilização romana

 





No âmbito das disciplinas de HGP e História realizaram-se nos dias 9 e 10 de fevereiro, duas sessões educativas promovidas pelo Museu Arqueológico José Monteiro do Fundão, com as turmas do 5.º e do 7.º ano de escolaridade e ainda do 8.º B, dedicadas ao tema “A Civilização Romana”, que proporcionou uma viagem envolvente ao passado.

Durante a atividade, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer duas figuras emblemáticas da época: um lusitano e um legionário romano. Através desta abordagem dinâmica e interativa, foi possível explorar as diferenças e semelhanças entre ambos os povos, observando de perto as suas vestes características, armas, equipamentos de defesa e alguns dos seus costumes quotidianos.

A recriação histórica permitiu aos alunos compreender melhor o modo de vida na época romana, o papel do exército, as estratégias de combate e o contacto entre romanos e populações locais, como os lusitanos. Esta experiência contribuiu para consolidar conhecimentos trabalhados em sala de aula, despertando a curiosidade e o interesse dos alunos pela História e pelo património arqueológico.

A iniciativa revelou-se um momento enriquecedor de aprendizagem, reforçando a importância do museu enquanto espaço educativo e de valorização da memória histórica da região.






Encontro com a escritora/jornalista Daniela Santiago

 




Os alunos do 2.º ciclo tiveram a oportunidade de participar num encontro inspirador com a escritora e jornalista Daniela Santiago, que apresentou o seu livro “Leonor ajuda o planeta, e tu?”. A sessão promoveu a reflexão sobre a importância da preservação ambiental e incentivou os jovens a adotarem gestos simples, mas significativos, para proteger o planeta. A autora partilhou histórias, curiosidades e motivações por detrás da obra, criando um diálogo próximo e envolvente com os alunos. O encontro revelou-se um momento de aprendizagem e sensibilização, reforçando valores de cidadania e responsabilidade ambiental.



Leitura em voz alta

 







Os alunos dos 3.º e 4.º anos, do 1.º ciclo da EB1 do Teixoso, participaram em duas sessões dinamizadas pela técnica da Biblioteca Municipal da Covilhã, Verónica González, dedicada ao desenvolvimento da fluência leitora. A atividade centrou‑se no texto “Da rua do Contar para a rua do Ouvidor”, de António Torrado, proporcionando aos alunos um contacto mais expressivo e consciente com a leitura. 

Ao longo da sessão, trabalharam-se aspetos como  a colocação da voz, o ritmo, a entoação e a compreensão, incentivando cada criança a descobrir o prazer de ler em voz alta.

A iniciativa revelou-se envolvente e motivadora, reforçando competências essenciais para o sucesso na leitura e promovendo uma relação mais próxima com os textos literários.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Encontro com a escritora Daniela Santiago

 




A direção do Agrupamento, em parceria com a BECRE “Lucinda Pires”, promove um encontro com a jornalista e escritora Daniela Santiago, autora do livro Leonor ajuda o planeta.

A atividade, dirigida aos alunos do 2.º ciclo, pretende incentivar a leitura, despertar a consciência ambiental e reforçar o papel de cada um na proteção do nosso planeta. Ao longo da sessão, os discentes terão oportunidade de conhecer a autora, explorar a mensagem da obra e refletir sobre atitudes sustentáveis que podem integrar no seu dia a dia.

Esta iniciativa integra o trabalho conjunto da direção e da biblioteca na formação de leitores críticos, responsáveis e atentos aos desafios ambientais contemporâneos.

Agradecemos à autora a sua disponibilidade e a todos os envolvidos o contributo para tornar este momento possível e significativo para a nossa comunidade educativa.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Regícidio

 




No final da tarde de 1 de fevereiro de 1908, a Praça do Comércio tornou‑se palco de um dos momentos mais trágicos da história portuguesa: o Regicídio. Em poucos instantes, o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe tombaram sob o fogo dos assassinos, e o país mergulhou numa comoção profunda.

No meio do caos, ergueu‑se a figura firme e inesperadamente serena da Rainha D. Amélia. De pé na carruagem ensanguentada, tentou proteger o filho mais novo, D. Manuel, e enfrentou os atacantes com uma coragem que impressionou contemporâneos e adversários. Nos dias seguintes, foi ela quem segurou o país pela mão — consolando, organizando, mantendo a dignidade da Coroa num momento em que tudo parecia ruir.

A sua presença tornou‑se símbolo de resistência humana perante a violência política. Entre o luto e o dever, D. Amélia transformou a dor em gesto público, lembrando que, mesmo nos instantes mais sombrios, há quem permaneça de pé para cuidar dos outros.



Revolta do 31 de janeiro de 1891

 





No amanhecer frio de 31 de janeiro de 1891, na cidade do Porto, ergueu‑se o primeiro grito organizado por revolucionários republicanos em Portugal. O povo citadino uniu-se num gesto ousado: desafiar a monarquia e afirmar que o país podia ser diferente.

As ruas da cidade tornaram-se palco de esperança e de coragem. A bandeira rubra subiu pela primeira vez, símbolo de um futuro ainda por conquistar. A revolta foi breve e rapidamente controlada e abafada pelas tropas fiéis à monarquia, mas deixou uma marca profunda: mostrou que a mudança era possível e que a República já vivia no coração de muitos.

Hoje, esta instalação recorda esse instante inaugural — não como derrota, mas como semente. Uma semente que germinaria anos depois, em 5 de outubro de 1910, quando o sonho republicano finalmente floresceu.



Serão Medieval 2026